Monday, December 15, 2008



Não consegues ver que só te quero amar?

Só quero amor e amor a escorrer de ti e de mim

Como mel, como caramelo e açucar derretido

Doce, a correr-nos pelas veias,

E quero correr contigo num campo ABERTO

Por toda a parte, entrelaçados num abraço forte

E quente, e Tu, e Eu

Numa mistura

de Dois na singularidade

Do nosso Amor!






No meu sangue correm substâncias

Que não conheço mas que se

Desfazem em pequenas borboletas

Cor de fogo

Que voam á nossa volta

E nos levam nas suas asas

Nas nossas asas

Até ao mais alto dos abismos

Onde havíamos de aprender a voar

Até que os nossos corpos

Se desfizessem no ar...


E tornam-se pura energia,


Puro vermelho girando á nossa volta

E formando todas as estrelas,

A lua, o sol, e os nossos olhos

A brilhar

Enquanto olhamos o céu

De mãos dadas a sorrir

Na nossa felicidade






~Foram elas que me deram as asas porque pensei em ti~



2 pensaram assim...:

António Prates said...

Doces e Sábios Pensamentos que me levaram pelas avenidas da poesia e pela emancipação da doutrina... e para não sair sem pensar, aproveito a doçura da quadra natalícia para desejar a todos os viventes que se aprazem neste espaço de cultivo, um Natal repleto daqueles sorrisos que dispensam palavras e que exultam a saúde interior que há em nós!

Rui Pedro said...

"Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui.

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes.

Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive."

 
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