Wednesday, May 23, 2007

O livro das nossas vidas


Hoje estava a conversar com uma colega sobre as relações e os sentimentos, ou as não-relações e os não-sentimentos.
Para além de termos chegado á conclusão que cada vez mais nos estamos a tornar nuns atrasados emocionais, cobardes e egoístas ela fez uma pequena e simples analogia que me fez muito sentido... «Encontrar a nossa outra parte é como encontrar o livro das nossas vidas... quando lemos um livro o impacto e o significado que ele vai ter para nós depende da fase da vida em que te encontras; ás vezes já lêste um livro que não te disse muito, voltas a lê-lo e torna-se fantástico; outras vezes lêste um livro que adoraste mas sabes perfeitamente que se o voltares a ler não terá nem metade do significado que teve, então não lhe tocas, para que possas preservar a boa sensação que tiveste enquanto o lias.
Assim, como nas relações, téras que abrir o livro certo na altura certa... só que em muitas das vezes não o encontras, ou porque não o procuras, ou porque não o acabas de ler...». Eu disse-lhe que também tinha uma pequena teoria... para além de não pensar, ou tentar não pensar muito nesse assunto, mentalizei-me que o que tiver de ser... será. A procura ou a fuga só irá adiantar ou atrasar o processo, porque se ele tiver de acontecer simplesmente acontece.Pode parecer um pouco cobarde, e secalhar até o é, mas é aquilo em que acredito, ou pelo menos quero acreditar.

1 pensaram assim...:

Van Der Ley said...

o que está destinado a acontecer, acontece, sempre*

 
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